No Brasil menos de 10% dos profissionais se comunicam fluentemente na língua inglesa e cerca de 35% dos funcionários subsidiados não alcançam a meta mínima de aprendizado.

Sem metas de progresso, indicadores de resultados e um BSC-i - Balanced Scorecard para idiomas - continuam sendo subsidiados por anos seguidos. Além dos custos e de um retorno sobre o investimento aquém do esperado (muitas vezes desconhecido), acabam tomando o lugar de outros profissionais na empresa que poderiam estar utilizando estes recursos de forma mais eficaz.

CENÁRIO ATUAL
Modelo de Gestão: Conservador
O treinamento em idiomas é na maioria das vezes considerado um beneficio, e não um investimento passivel de retorno.

 Elegibilidade Somente alguns níveis
Aprovação do RH/Gerente
Diferenciação hierárquica
Acompanhamento
dos cursos
RH/Gerente, normalmente sem embasamento
Proficiência linguística do funcionário não conhecida
Duração da necessidade de aprendizagem indefinida
Meta de Proficiência Nenhuma
Balanced Scorecard para idiomas Nenhum: a continuidade no programa é determinada por RH/Gerente normalmente sem embasamento
Patrocínio/verba Ilimitado
Reembolso Ilimitado
Retorno sobre o investimento Somente visão do custo total com o treinamento

 

BIRD GEI
ECONOMIA DE ESCALA E RACIONALIZAÇÃO DO INVESTIMENTO EM DESENVOLVIMENTO DE IDIOMAS